Coronavírus: temos que falar sobre ele, o mercado de eventos e a Triart

Gostaríamos de utilizar este espaço para explorar alguma novidade, trazer uma dica de planejamento ou apresentar o mais novo lançamento do mercado de feiras e eventos. No entanto, como o próprio Coronavírus vem mostrando, imprevistos surgem em nosso caminho e nem sempre conseguimos fazer exatamente aquilo que desejamos.

A pandemia do Covid-19 vem alterando a vida das pessoas, a dinâmica das empresas, o transporte público e, com grande impacto à Triart e ao mercado com a qual a empresa se relaciona, a realização de eventos Brasil afora. Todas as feiras previstas para os meses de março e abril foram adiadas ou canceladas. E os meses subsequentes serão avaliados caso a caso.

Iniciativas pelo Brasil e pelo mundo

O futuro é incerto e ninguém sabe estimar o impacto aos diferentes setores da economia. É preciso serenidade para agir de modo a minimizar os danos, que já impactam de forma significativa nos resultados.

Diante deste cenário, uma das saídas tem sido observar iniciativas ao redor do mundo, sobre como o setor de eventos e turismo vem se posicionando. Separamos algumas abaixo:

  • A Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC) levou uma lista de reivindicações aos ministros do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, e da Economia, Paulo Guedes, que incluem medidas emergenciais como o diferimento tributário (ICMS e ISS); linhas de crédito; suspensão de ações fiscalizadoras; e um regime excepcional simplificado de lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho por falta de recursos financeiros) para empresas que apresentem uma queda de 40% na receita;
  • O Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) divulgou uma carta aberta na qual pede ações efetivas de governos para garantir a sobrevivência do setor de Turismo, que, segundo a carta, está “entrando em um território desconhecido” em meio a pandemia de Coronavírus;
  • Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o Governo Federal planeja anunciar medidas, como o adiamento do pagamento de impostos federais, para reduzir o impacto econômico da pandemia para bares, restaurantes e hotéis. As medidas ainda estão em análise pela equipe econômica.

Gestão de Crise

Formado principalmente por pequenas e microempresas, o mercado de eventos já está acostumado a sofrer com uma certa flutuação na demanda. Mas nada como estamos vendo agora. E, por mais estruturada que a empresa seja, nenhum plano de gestão de crise seria capaz de prever o que estamos vivendo.

Portanto, a palavra de ordem agora é cooperação. Estamos atuando junto a nossos clientes, promotoras de eventos, fornecedores e parceiros para realização de um trabalho integrado, a fim de amenizar os impactos para todos os envolvidos. Renegociação, fluxos diferenciados de pagamentos e manutenção de contratos para datas futuras são algumas das frentes.

E, fundamental neste momento: estamos seguindo as orientações das autoridades, direcionamos nossa equipe para o trabalho remoto, certos de que com a colaboração coletiva e engajamento da sociedade contra a propagação, esta pandemia passe rápido e o mercado retome sua normalidade o quanto antes. Por ora, nos resta aguardar.

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